Olá filho de Adão e de Eva.
Seja bem vindo ao meu Guarda-Roupa Encantado!
"Sou apaixonada por abraços. Não resisto a segurança de abraços fortes, sinceros que me envolvem e sinto como um choque de esperança que me fizesse ver as coisas de outra maneira.
Então poupe-se de procurar palavras pra me agradar, de algo que me faça sorrir e me sentir melhor...Apenas me abrace e segure bem forte."
(Isabella Carneiro)
Hoje vou falar de um amigo...daqueles amigos que se conhece a pouco tempo, mas parece que faz um tempão.
O nome dele é Célio Garcia, mas prefiro chamá-lo de Célio Bentolaire, e ele também gosta de ser chamado assim. Bentolaire é o pseudônimo dele. Ele não sabe disso, mas eu amo esse pseudônimo, se não fosse dele, eu roubaria pra mim.
Falar do Sal (esse é o apelido dele) é.........COMPLICADO. Tá bom ele é meu amigo, mas não é fácil falar de uma pessoas que se conhece á cinco dias. Então, as pessoas perguntariam porque eu estou escrevendo isso se mal o conheço.
Bom, esse garoto me fez tão bem em 1 dia como meus amigos me fizeram em 8 anos. Claro que não vou comparar uma amizade de oito anos com uma de cinco dias, mas nesses dias (em especial no primeiro deles) me senti a pessoa mais feliz do mundo por ter amigos, como nunca mais tinha me sentido.
Na segunda feira fui na casa dele, e de repente ele me olhou e disse: "você quer almoçar comigo hoje?" Mesmo que eu quisesse recusar não poderia. Me senti importante, me senti valorizada, me senti como se estivesse com um dos meus amigos que estão distantes, porque só eles faziam isso comigo. Sei que parece uma coisa boba, mas essas coisas bobas me fazem feliz.
Visitar a casa de um amigo era constante quando eu morava em Belém, e mais ainda meus amigos visitarem a minha. Por isso, quando passei o dia na casa dele, vivi como se estivesse novamente em Belém, e isso foi incrível.
Como não consigo deixar de falar coisas boas às pessoas quando estou feliz, falei o quão estava feliz pelo dia que ele me proporcionou.
Falar do Célio Bentolaire agora é uma tarefa ainda complicada, mas quando temos coisas boas pra falar de pessoas, todas as palavras são fáceis. O Sal é uma pessoas chata, mas meu chato preferido. Que adora o filme 'Efeito Borboleta', mas gosta mais ainda do Senhor dos Anéis. Ama chocolate meio amargo, e adora fazer coisas só pra me provocar. Odeia que alguém censure um poema dele. Ah é, ele escreve, e muito bem por sinal.
O Sal tem uma baixo, mas mal sabe tocá-lo, faz um ano que ele tenta aprender. Ele tem um cordão que nunca tira, nem pra dormir. Tem um olhar lindo que combina perfeitamente com o sorriso (cínico) dele. Tem um cabelo lindo que quando acorda parece a juba de um leão, e que eu acho lindo. Ele faz umas caras e bocas tão lindas que ninguém que eu conheço faz igual.
Na verdade, a intenção desse post é somente para declarar o meu sentimento de enorme gratidão que sempre terei por ele.
Ao meu amigo Sal ou Leãozinho ou melhor: Célio Bentolaire, que me fez feliz em apenas um dia e que disse que mesmo eu não parecendo uma pessoas confiável, ele confia em mim. E ter pessoas que te fazem feliz em apenas um dia e, que estão sempre em seus melhores pensamentos, é a melhor coisa do mundo, e não tem como deixar de falar deles.
E só para esclarecer eu chamá-lo de Leãozinho, é porque quando estávamos juntos, conversando a sós, começou a tocar uma música linda que não consegui não prestar atenção e que agora lembra muito ele. A música é O LEÃOZINHO do Caetano Veloso, eu disse que amei a música e ele disse que a mãe dele chamava ele de Leãozinho quando ele acordava. E agora não tem como não pensar nele como um Leãozinho. O leãozinho que tem o melhor pseudônimo do mundo e que nunca mais sairá do meu pensamento e do meu coração como o amigo mais chato que me fez feliz em um dia.
Obrigada, meu chato preferido, Célio Bentolaire.
Fazia muito tempo que eu não postava no meu blog, e muito menos acessava ele.
E nessas muitas vezes pensei em muitas coisas, coisas boas para se pstar em um blog, mas muitas vezes não sei como postar, tenho dificuldade de organizar as palavras e sempre acho que não ficou muito bom. \por isso deixei de postar.
Tenho acessado, sempre o TUMBLR, não que seja melhor que outro site, mas lá posto coisas curtas e pensamentos rápidos que tenho. Não significa que tenho pensamentos pequenos, só não sei como escrevê-los, e como queria saber repassá-los para o papel.
Este ano espero esrever mais no meu blog, acredito que quando treinamos muito uma coisa acabamos, um hora, fazendo-a bem. Então quero usar o blog para meu treinamento, mesmo que ninguém leia ou goste, mas espero treinar e um dia sei que farei bem...
Isso vai me servir muito na hora de fazer vestibular, porque ninguém chega a nenhum lugar se não tentar.
Se alguém ler esta postagem, não peço que reblog ou mesmo goste, mas se puder comentar, mesmo que seja uma crítica, agradeço.
E nessas muitas vezes pensei em muitas coisas, coisas boas para se pstar em um blog, mas muitas vezes não sei como postar, tenho dificuldade de organizar as palavras e sempre acho que não ficou muito bom. \por isso deixei de postar.
Tenho acessado, sempre o TUMBLR, não que seja melhor que outro site, mas lá posto coisas curtas e pensamentos rápidos que tenho. Não significa que tenho pensamentos pequenos, só não sei como escrevê-los, e como queria saber repassá-los para o papel.
Este ano espero esrever mais no meu blog, acredito que quando treinamos muito uma coisa acabamos, um hora, fazendo-a bem. Então quero usar o blog para meu treinamento, mesmo que ninguém leia ou goste, mas espero treinar e um dia sei que farei bem...
Isso vai me servir muito na hora de fazer vestibular, porque ninguém chega a nenhum lugar se não tentar.
Se alguém ler esta postagem, não peço que reblog ou mesmo goste, mas se puder comentar, mesmo que seja uma crítica, agradeço.
Semana passada assisti um filme do Pateta que, a príncípio parecia bobo, mas tinha uma história bem interessante e atual. O filho do Pateta (Max), ia pra faculdade e o Pateta estava triste porque o filho ia morar longe. Depois de alguns dias o Pateta foi demitido porque não tinha um curso superior e resolveu fazer, também, faculdade, junto com o filho porque imaginou que ia ser bom estudar junto com ele. Mas como todos esperavam não foi. O Max se sentia envergonhado porque o Pateta era meio bobo e queria ficar perto do filho, e não era isso que ele queria que os amigos vissem...
Não vou prolongar a história porque o que mais importa eu já relatei.
O que quero dizer é que, atualmente, os jovens/adolescentes não dão mais valor em seus pais. Não querem mais que a mãe leve na escola, não querem mais andar de mãos dadas com o pai, não querem mais sair com os pais pra não parecerem "caretas" em meio aos colegas.
É muito triste ver um pai tentando ficar perto do filho, e ele o rejeitar. Ver uma mãe pegar na mão do filho pra atrevessar a rua e ele ficar com raiva porque diz que já sabe atravessar sozinho.
Aonde estão nossos valores? Aonde estão nossos jovens que lutavam por um mundo melhor e não tinham vergonha de dizer que amavam seus pais.
Será que é mais importante ser popular e esquecer dos pais? Acho que os jovens ainda não tiveram consciência de que foram esses seres maravilhosos que esperaram 9 meses pra nos conhecer, que foram eles que nos alimentaram e que nos amaram desde o primeiro suspiro de vida, que são eles que nos levam para escola e ficam com o coração apertado de nos deixar sozinhos com pessoas desconhecidas, são eles que cuidam de nós quando estamos doentes ou quando ninguém mais quer cuidar e que são eles que ficam do nosso lado e nos amam mesmo quando nós estamos no fundo do poço...esses são nossos verdadeiros amigos.
Eu tenho orgulho de quando minha mãe segura na minha mão pra atravessar a rua, e de quando meu pai anda de mãos dadas comigo no shopping...me sinto segura e isso me basta. É isso que desejo a todos os jovens de hoje, que tenham orgulho de segurar na mão dos pais, porque um dia podem não ter mais nenhuma mão para segurar e a queda será muito maior.
No filme o Max reconhece esses valores e sabe que não tem nenhum outro melhor amigo que o Pai. Será que nossos jovens vão reconhecer a tempo? Espero que o tempo seja generoso e não tome os pais antes deles reconhecerem o valor de cada um.
E que o amor, acima de tudo, prevaleça.
Não vou prolongar a história porque o que mais importa eu já relatei.
O que quero dizer é que, atualmente, os jovens/adolescentes não dão mais valor em seus pais. Não querem mais que a mãe leve na escola, não querem mais andar de mãos dadas com o pai, não querem mais sair com os pais pra não parecerem "caretas" em meio aos colegas.
É muito triste ver um pai tentando ficar perto do filho, e ele o rejeitar. Ver uma mãe pegar na mão do filho pra atrevessar a rua e ele ficar com raiva porque diz que já sabe atravessar sozinho.
Aonde estão nossos valores? Aonde estão nossos jovens que lutavam por um mundo melhor e não tinham vergonha de dizer que amavam seus pais.
Será que é mais importante ser popular e esquecer dos pais? Acho que os jovens ainda não tiveram consciência de que foram esses seres maravilhosos que esperaram 9 meses pra nos conhecer, que foram eles que nos alimentaram e que nos amaram desde o primeiro suspiro de vida, que são eles que nos levam para escola e ficam com o coração apertado de nos deixar sozinhos com pessoas desconhecidas, são eles que cuidam de nós quando estamos doentes ou quando ninguém mais quer cuidar e que são eles que ficam do nosso lado e nos amam mesmo quando nós estamos no fundo do poço...esses são nossos verdadeiros amigos.
Eu tenho orgulho de quando minha mãe segura na minha mão pra atravessar a rua, e de quando meu pai anda de mãos dadas comigo no shopping...me sinto segura e isso me basta. É isso que desejo a todos os jovens de hoje, que tenham orgulho de segurar na mão dos pais, porque um dia podem não ter mais nenhuma mão para segurar e a queda será muito maior.
No filme o Max reconhece esses valores e sabe que não tem nenhum outro melhor amigo que o Pai. Será que nossos jovens vão reconhecer a tempo? Espero que o tempo seja generoso e não tome os pais antes deles reconhecerem o valor de cada um.
E que o amor, acima de tudo, prevaleça.
Hoje eu vi meu irmãozinho (que é enorme) ganhar em uma competição de jiu-jitsu, e parece que foi eu quem ganhei. Sinto como se tudo que eu mais desejasse no mundo tivesse se realizado com a vitória do meu irmão. Não imaginei o quanto era bom ver quem se ama ganhar, na verdade eu sei o quanto é doce o gosto da vitória, mas acho que a vitória da pessoa amada é melhor ainda.
Me senti hoje como uma mãe que vê seu filho ser o melhor, e se sente orgulhosa por isso. Acho que agora sei o que elas passam, (vi a minha passar por isso hoje tbm) a aflição, o nervoso, a torcida...tudo isso é muito ruim para o coração de uma mãe e de uma irmã que torcem pelo seu "garotinho", mas se torna em vão quando a vitória prevalece...penso, claro, que a tristeza de perder uma competição seja a pior possível, mas, que me perdoem os que não ganharam, vencer é muito bom.
Por isso expresso minha maior felicidade de ter ficado angustiada, nervosa, aflita...meu irmão ganhou e valeu a pena todos esse sentimentos.
Hoje dormirei muito feliz e tranquila, como se todos os meus sonhos tivessem se realizado.
Obs: E ele? Dorme tranquilo, agora, com a vitória em seu coração e em seu pescoço, com dois kimonos no guarda-roupa e com os beijinhos e mimos da mamãe.
Me senti hoje como uma mãe que vê seu filho ser o melhor, e se sente orgulhosa por isso. Acho que agora sei o que elas passam, (vi a minha passar por isso hoje tbm) a aflição, o nervoso, a torcida...tudo isso é muito ruim para o coração de uma mãe e de uma irmã que torcem pelo seu "garotinho", mas se torna em vão quando a vitória prevalece...penso, claro, que a tristeza de perder uma competição seja a pior possível, mas, que me perdoem os que não ganharam, vencer é muito bom.
Por isso expresso minha maior felicidade de ter ficado angustiada, nervosa, aflita...meu irmão ganhou e valeu a pena todos esse sentimentos.
Hoje dormirei muito feliz e tranquila, como se todos os meus sonhos tivessem se realizado.
Obs: E ele? Dorme tranquilo, agora, com a vitória em seu coração e em seu pescoço, com dois kimonos no guarda-roupa e com os beijinhos e mimos da mamãe.
Choro por aqueles que eu amo e é muito ruim vê-los sofrer. O pior é não poder fazer nada. As vezes agente quer brigar com todos aqueles que fazem mal aos nossos amores, mas algumas vezes não podemos fazer nada mesmo, a não ser esperar que todo o sofrimento passe.
É triste mesmo ver lágrimas escorrerem do rosto daquela que sempre fez tudo por você, e as vezes queremos fazer de tudo para que essas lágrimas passem. Mas o máximo que conseguimos é chorar junto.
Queria somente poder ajudar, mas acho que o máximo que posso fazer é abraçar e consolar e escrever...
Por isso só peço a Deus para que conforte o coração daquela que me deu a vida, não posso mais ver ela sofrer.
É triste mesmo ver lágrimas escorrerem do rosto daquela que sempre fez tudo por você, e as vezes queremos fazer de tudo para que essas lágrimas passem. Mas o máximo que conseguimos é chorar junto.
Queria somente poder ajudar, mas acho que o máximo que posso fazer é abraçar e consolar e escrever...
Por isso só peço a Deus para que conforte o coração daquela que me deu a vida, não posso mais ver ela sofrer.
E todas as semanas eu estava na mesa com ele, e almoçávamos todos juntos. Aprendi coisas maravilhosas naquela mesa, coisas que não vou aprender em nenhum outro lugar...via ele falar de amor e de como era bom estarmos com ele, falar de brigas e de confusões que, na verdade, ele não gostava de citar muito na hora do almoço. Ele falava de conversas que tinha tido com Deus e de como Deus é bom. Falava de muitas coisas e as vezes não falava, porque dizia que almoço era hora de silêncio, e havia muito silêncio nas nossas conversas, silêncio que só tinha àquela mesa, com ele.Como era bom, ver meu pai todas as semanas, almoçar com ele todas as semanas...e hoje não tenho mais isso.
Aquela mesa me viu rir muitas vezes com as brincadeiras que só ele fazia, e me viu choras também, com algumas palavras que ele dizia que machucavam, mas sempre admirei meu pai por ele ter me ensinado a almoçar com a família. As vezes eu trocava aquilo por outras coisas banais...mas só hoje vejo o quanto almoçar junto me faz falta. Eu não tenho ideia do quanto isso me ensinou, só sei que me ensinou...a viver e dar valor nas pequenas coisas e, principalmente na família.
Eu lembro como se fosse ontem, do meu pai sentado na cabeceira da mesa, sempre com camisa - ele diz que o almoço é uma hora sagrada e precisa ter respeito, por isso nunca estava sem camisa - sorrindo(só gosto de lembrar dele sorrindo) e dizendo coisas engraçadas, e falando como é bom estar com os filhos reunidos, brincando com a minha irmãnzinha e dando comida pra ela enquanto tentava comer a sua, e lembrando dele dizendo pra mim: Papai está feliz de você está aqui filha." Como eu amo ouvir isso.
Eu tinha isso todas as semanas e não tenho mais agora. Ele morreu? Graças a Deus que não, e espero que isso demore muito a acontecer. Mas agora é só 3 vezes ao mês e, raramente, mais do que isso. Eu sempre valorizei almoçar junto, e confesso que nunca gostei de almoçar sozinha, mas hoje vi na TV, que fazer, pelo menos, uma refeição no dia com a família reunida, reduz o uso de drogas nos filhos. E resolvi escrever porque nunca imaginei que isso fizesse tanto efeito na criação de alguém. Achei que só fizesse efeito na minha, e graças a Deus que faz na de outros jovens. Não sei se eu usaria drogas por não almoçar com meu pai, mas com certeza isso me tirou de muitos lugares e coisas perigosas, me ensinou sobre o amor...e agradeço infinitamente á ele.
Agora preservo mais ainda o que meu pai me ensinou - e ainda ensina - sobre almoçar juntos. Mesmo que eu nunca tenha coragem de dizer isso olhando olho no olho, serei sempre grata e feliz por ele ter me ensinado a dar valor, ainda mais, a minha família e a todos os momentos juntos á mesa. Aquela mesa é um dos meus maiores valores hoje. E levarei isto aos meus filhos, netos e pelo resto da minha vida. E espero que eles também dêem valor como eu dou.
E que todas as famílias se reúnam uma vez ao dia para almoçar, para que seus filhos sejam salvos, das drogas e de tudo o que é ruim. E que não falem coisas ruins, somente almocem como se fosse o ultimo momento de suas vidas, como eu sempre fiz.
Ao meu pai, OBRIGADA. Por todos os momentos reunidos a mesa e pelos sorrisos jamais esquecidos.
Quem sou eu?
- Adriana Cecim
- Belém - Bragança - Belém, Pará, Brazil
- Adriana Cecim. Técnica em Eventos pelo Instituto Federal do Pará - IFPA
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