Olá filho de Adão e de Eva.
Seja bem vindo ao meu Guarda-Roupa Encantado!
As vezes você só quer mudar algumas coisas na vida. Não interessa se o mundo não mudar, mas se você conseguir salvar as pessoas que ama, então tudo terá valido a pena. Não importa se você foi preso ou brigou com alguém. Não importa se ninguém liga pra sua vida ou se não te amam. O que realmente importa são as pessoas que você ama, pois se a felicidade delas está ameaçada, então a sua já não vale mais.
By: Adriana Cecim
"Quando a vida faz nascer o mês de outubro, eu descubro uma graça bem maior."
E é nessa frase da música do Pe. Fábio de Melo que começo meu primeiro dia, do mês mais doce e maravilhoso de todo o ano. E como eu esperei por este mês.
Outubro: o mês dos feriados, do vestibular, das crianças é também o mês que traz mais alegria ao meu coração. Em nenhuma outra época do ano a vida é mais fascinante, para mim, como quando chega outubro: o mês do círio de Nazaré.
E como falar desta mais doce data sem falar das coisas boas que ela nos traz?!! Parque, brinquedos, diversão, comidas típicas, família reunida, alegria, união, corda, fé, berlinda, fogos, flores, vida. E no coração, o sentimento mais inexplicável que se faz ainda mais quando ouve a sirene anunciando que Ela - minha senhora - está chegando.
É círio outra vez, é vida outra vez;
é a fé se renovando, é cantiga se criando.
É flor caindo do céu, e lá vem a chuva de papel.
É amor no coração, é a corda sem razão.
Corpo cansado, coração esvaziado.
Tudo fica mais fácil com a dificuldade da multidão a se enfrentar. E tudo são lágrimas e sorrisos quando Ela se aproxima. E fico pequena diante de tanta multidão; e me torno grande diante de tanto sofrimento. E no meio de tanta gente, estou sozinha - não a solidão de abandono, mas aquela que traz paz ao nosso coração. Pois a minha vida é sempre Outubro.
Então que seja doce esta vida, e neste mês ainda mais. Que seja de fé e esperança; de amor e renovação; de alegria com lágrimas de emoção.
Seja bem vindo Outubro lindo de meu Deus - e de NOSSA SENHORA DE NAZARÉ.
Eu só queria por um dia - um dia no tempo deste mundo - andar pelas terras de Nárnia. Sentir o frescor da primavera e ouvir as músicas encantadoras dos faunos. Queria sentir o doce dos rios transparentes e poder caminhar entre as árvores que fazem suas trilhas nas florestas.
Eu nem precisava ser coroada rainha, mas se pudesse provar um pouco daquele manjar turco, estaria satisfeita. Conhecer aquelas montanhas que escodem magias nas suas cavernas e velejar pelos mares até o fim do mundo. Poder ver as estrelas mais brilhantes que falam e participar do delicioso banquete na mesa do Rei.
Queria sentir medo e coragem em cada batalha e destruir todos aqueles que destroem a minha terra. Lutar ao lado dos mais corajosos reis e rainhas e montar no centauro mais cruel e doce que existe. Consigo por um segundo sentir o cheiro do ar de Nárnia, aquele cheiro doce de pureza e magia que não se encontra em lugar algum.
"Como é doce o ar de Nárnia"
Eu gostaria de ver a belesa ímpar da rainha verde, mesmo que fosse para destruí-la. E queria encontrar os gigantes que parecem doces só para dizer-lhes que humanos não são comestíveis. E mesmo que fosse o mais pavosoro possível, eu desceria até o submundo para salvar o filho do rei que quase chegou em Além Mar.
Eu também abraçaria com todo carinho do mundo o rato mais fofo e corajoso que Nárnia já teve e entraria na casa encantada do mestre Coriakim só para ler o feitiço que "refresca o espírito"
Depois eu iria atráz do paulama Brejeiro para dizer-lhe que ri muito com sua frases contraditórias de pessimismo e coragem.
No fim do dia - e tenho certeza que isso aconteceria - eu encontraria a Juba dourada e pura que me salvou em todas as batalhas. E não poderia pedir qualquer coisa mais, pois nada mais seria suficiênte perto Daquele que me salvou.
Ela voltou. Está aqui de novo. Em uma dosagem pequena ela faz bem, mas em grande quantidade não é nada agradável. Pelo menos não ao meu coração. Alguns dizem que ela aproxima as pessoas, que é um ótimo remédio aos casais em crise. Outros que ela pode ser destruidora ou acabar com um relacionamento. Confesso que ela tem me ajudado a pôr algumas certezas na minha vida. Contudo, isso tem me feito chorar, e a dor, as vezes, é insuportável.
O irônico - e ouso até dizer engraçado - é que ao mesmo tempo que ela cura, ela fere. Mas não é uma ferida no corpo ou na pele - o que seria até menos doloroso - é uma ferida na alma. E ninguém pode (cientificamente falando) curar a alma.
Eu odeio que ela seja diretamente proporcional as lembranças boas. Porém até entendo, porque o que é bom não se esquece, e se não se esquece, lá está ela de novo. Acho que vou ter que aprender a conviver com isso, e as minhas lágrimas já estão até se acostumando com a liberdade fora dos meus olhos. O que me deixa feliz é saber que ela, também, é sinônimo do amor, e se tem amor, tudo é melhor. Só espero - e peço isso de corpo e alma - que ela não destrua muito meu coração. Porque, as vezes, é isso que a saudade faz.
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Uma vez me disseram que os amigos são a família que nosso coração escolhe, e nunca mais esqueci disso. Na verdade eu sempre entendi o que essa frase queria dizer, mas nunca tinha vivido de verdade. Sempre tive curiosidade de saber como era ter um amigo pra quem se conta tudo, pra quem você liga quando quer chorar, ou quando quer contar a maior novidade do mundo. Ah, não posso dizer que nunca tive amigos de verdade. Tive muitos amigos que sempre estiveram e ainda estão comigo quando preciso, mas nunca tive UM que me fizesse chorar de saudade, que a dor dele machucasse tanto meu coração, ou que me fizesse ficar encantada só de poder olhar pra ele.
Quando Deus me colocou no mundo, Ele disse que eu teria uma irmã que ia pertencer a outra família, que ficaríamos muitos anos sem nos conhecer, mas que quando nos encontrássemos seria para sempre. Como eu sei que Ele disse isso? Eu a encontrei.
Sabe como é sentir como se seu mundo fosse desmoronar quando machucam quem você ama? Ou a dor torturante da despedida? Sabe como é passar o dia inteiro triste simplismente porque alguém importante foi embora? É horrível. É triste. Dói muito. Dói até de escrever. Dói só de pensar.
Eu sinto tudo isso - toda essa dor - com quando estou com ela, quando a machucam, quando ela vai embora, quando não tenho mais o doce abraço dela. Pensei que tinha ganhado uma amiga quando a conheci de verdade, mas estava enganada. Não ganhei SÓ uma amiga. Ganhei uma irmã, ganhei uma outra família, uma outra mãe, outros novos irmãos, uma outra casa, uma outra vida. E isso, só pelo fato de ser amiga dela. Não quero exaltá-la aqui, "rasgar ceda" ou "puxar-saco". Mas precisava deixar, o que sinto, registrado, não para que ela saiba, porque ela sabe, mas para que o mundo inteiro saiba que ainda existem pessoas dispostas a dar a vida por você, pessoas boas, amigas, doces, que te fazem rir só por existirem e que te fazem chorar de saudades dos momentos bons. Para que o mundo saiba que ainda existem pessoas dispostas a amar com toda força.
A gente meio que se entende no olhar. Eu sinto o que ela sente mesmo sem saber o que está acontecendo. Ela me liga quando eu mais preciso, sem saber que eu precisava. Ela me encanta com a voz mais doce do mundo que ganhou de Deus. Fico feliz só de olhar pra ela, só de pensar nela, só de saber que ela existe. E eu odeio, do fundo do meu coração, aqueles que machucam o coração dela.
Não sei o que somos de verdade. Somos amigas-irmãs, irmãs-amigas ou sei lá o que. Acho que somos uma pessoa só dividida em duas partes não muito iguais (acho que da parte dela um pouco menor, hahahahaha....), mas duas partes que foram feitas de amor, de alegria, de amizade. Que foram feitas com carinho e com doçura.
Aliás, doçura é o que define a minha melhor amiga, minha irmã que amo, o amor da minha vida:
Mayara Valente Barros Cecim =======>>
Quando Deus me colocou no mundo, Ele disse que eu teria uma irmã que ia pertencer a outra família, que ficaríamos muitos anos sem nos conhecer, mas que quando nos encontrássemos seria para sempre. Como eu sei que Ele disse isso? Eu a encontrei.
Sabe como é sentir como se seu mundo fosse desmoronar quando machucam quem você ama? Ou a dor torturante da despedida? Sabe como é passar o dia inteiro triste simplismente porque alguém importante foi embora? É horrível. É triste. Dói muito. Dói até de escrever. Dói só de pensar.
Eu sinto tudo isso - toda essa dor - com quando estou com ela, quando a machucam, quando ela vai embora, quando não tenho mais o doce abraço dela. Pensei que tinha ganhado uma amiga quando a conheci de verdade, mas estava enganada. Não ganhei SÓ uma amiga. Ganhei uma irmã, ganhei uma outra família, uma outra mãe, outros novos irmãos, uma outra casa, uma outra vida. E isso, só pelo fato de ser amiga dela. Não quero exaltá-la aqui, "rasgar ceda" ou "puxar-saco". Mas precisava deixar, o que sinto, registrado, não para que ela saiba, porque ela sabe, mas para que o mundo inteiro saiba que ainda existem pessoas dispostas a dar a vida por você, pessoas boas, amigas, doces, que te fazem rir só por existirem e que te fazem chorar de saudades dos momentos bons. Para que o mundo saiba que ainda existem pessoas dispostas a amar com toda força.
A gente meio que se entende no olhar. Eu sinto o que ela sente mesmo sem saber o que está acontecendo. Ela me liga quando eu mais preciso, sem saber que eu precisava. Ela me encanta com a voz mais doce do mundo que ganhou de Deus. Fico feliz só de olhar pra ela, só de pensar nela, só de saber que ela existe. E eu odeio, do fundo do meu coração, aqueles que machucam o coração dela.
Não sei o que somos de verdade. Somos amigas-irmãs, irmãs-amigas ou sei lá o que. Acho que somos uma pessoa só dividida em duas partes não muito iguais (acho que da parte dela um pouco menor, hahahahaha....), mas duas partes que foram feitas de amor, de alegria, de amizade. Que foram feitas com carinho e com doçura.Aliás, doçura é o que define a minha melhor amiga, minha irmã que amo, o amor da minha vida:
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Sou fascinada por sorrisos. Acredito na magia que cada sorriso traz as nossas vidas. É impossível ver uma criança sorrir e não sorrir junto. Ver pessoas, que perderam tudo, com um sorriso no rosto e não ficar emocionada com isso. Não acredito que rir com facilidade torna uma pessoa boba, acredito que rir do que nos faz bem seja uma forma de mostrar ao mundo que há mais coisas boas do que se pode imaginar, e que é melhor sorrir do que ficar triste.
Sorrisos mudam o mundo. Fazem famílias serem reconstruídas; transforma situações ruins em coisas boas; fazem com que as pedras no caminho sejam pequenas demais para doerem nos pés; transformam brigas em situações divertidas; evitam tragédias; fazem os pensamentos destrutivos se tornarem carinhos inesquecíveis; tornam doces as lágrimas.
Como diz Rita Ribeiro: "Verás a riqueza que o sorriso traz. Se as portas estão fechadas elas vão se abrir. Sorri para o escuro, ele vai clarear."
Não há quem resista a magia de um sorriso sincero.
É incrível, que com o tempo você vai se surpreendendo com algumas coisas e deixando de acreditar em outras. Passamos a conhecer pessoas que nem imaginávamos que existiam e deixamos algumas que pensávamos ser para sempre.
De repente acontece. É surpreendente como algumas pessoas entram em nossas vidas do nada, sem parecer ter motivo algum, mas mais na frente você percebe o quanto sua vida mudou por causa de uma ligação, de uma conversa no facebook ou de retiro em um fim de semana. E estas mesmas pessoas, que nos conhecem em apenas alguns dias, parecem ter uma intimidade de um milhão de anos. Porque o tempo é muito traiçoeiro. Eu me arrisco a dizer - e acredito nisso - que nada acontece por acaso. Porque tudo tem um sentido, uma direção, um motivo.
Não conheço muito desse mistério do que acontece de repente, eu ainda me encanto com o rumo que, as vezes, a minha vida toma, ou tomou. Conheci pessoas que mudaram minha história e outras que, mesmo não tendo passado muito tempo presente, me ensinaram coisas extraordinárias que vou levar para sempre. Tive "amigos" que passavam todos os dias comigo e parecia que nada nos separaria, mas descobri que nem tudo aquilo que parece ser é, verdadeiramente. Chorei com isso, mas aprendi com Guimarães Rosa que "o que tem de ser tem muita força", e já não choro mais.
Não sei o que vai acontecer daqui para frente. Não sei como essas pessoas que conheço de repente vão interferir no meu caminho, mas espero sempre o melhor, mesmo que agora não pareça, pois tudo o que acontece, mesmo sendo ruim, tem um lado bom.
Eu acredito no melhor das pessoas. E vai ser sempre assim.
De repente acontece. É surpreendente como algumas pessoas entram em nossas vidas do nada, sem parecer ter motivo algum, mas mais na frente você percebe o quanto sua vida mudou por causa de uma ligação, de uma conversa no facebook ou de retiro em um fim de semana. E estas mesmas pessoas, que nos conhecem em apenas alguns dias, parecem ter uma intimidade de um milhão de anos. Porque o tempo é muito traiçoeiro. Eu me arrisco a dizer - e acredito nisso - que nada acontece por acaso. Porque tudo tem um sentido, uma direção, um motivo.
Não conheço muito desse mistério do que acontece de repente, eu ainda me encanto com o rumo que, as vezes, a minha vida toma, ou tomou. Conheci pessoas que mudaram minha história e outras que, mesmo não tendo passado muito tempo presente, me ensinaram coisas extraordinárias que vou levar para sempre. Tive "amigos" que passavam todos os dias comigo e parecia que nada nos separaria, mas descobri que nem tudo aquilo que parece ser é, verdadeiramente. Chorei com isso, mas aprendi com Guimarães Rosa que "o que tem de ser tem muita força", e já não choro mais.
Não sei o que vai acontecer daqui para frente. Não sei como essas pessoas que conheço de repente vão interferir no meu caminho, mas espero sempre o melhor, mesmo que agora não pareça, pois tudo o que acontece, mesmo sendo ruim, tem um lado bom.
Eu acredito no melhor das pessoas. E vai ser sempre assim.
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Minha fértil imaginação. (Redação que fiz no cursinho)
Posted
quarta-feira, 13 de julho de 2011
by Adriana Cecim
Abriu os olhos, estava só. Procurou, mas não havia ninguém em casa, nem nas ruas, nem em lugar algum. "Estranho", pensou ela. Tudo estava abandonado, frio, escuro. Seus olhos, em constante movimento, procuravam alguém, um sinal de vida. Tinha passos largos e apressados, quase que corria; sem rumo, com lágrimas nos olhos. Não entendia o porquê de tudo estar daquele jeito. Era o seu mundo, mas não o mesmo. Conhecia bem o seu bairro: era alegre e movimentado, com vizinhos cortando a grama e crianças brincando de pique-esconde. Agora parecia que todos haviam se escondido dela, ou ela de todos. Estava confusa, não sabia onde estava. Era seu bairro, não era. Onde estaria todo mundo? Sumiram?
Sentia-se só e abandonada, como uma criança de rua largada, sem entender o porquê das pessoas a rejeitarem. Sentou-se na beira da calçada fria e, com a garganta engasgada a espera de um choro, pediu: "Socorro, alguém me ajude". Foi aí que ela o viu, com flores nas mãos andando em direção a sua casa e com uma expressão triste, muito triste. Ela gritou: "Amor, amor", mas ele não ouviu. Então ela correu ao seu encontro esperando que ele a olhasse, mas ao chegar perto foi como se estivesse esbarrado em uma parede de concreto invisível. E repetiu a tentativa mais algumas vezes. Foi inútil - é claro - ela não podia tocá-lo. O acompanhou até em casa e, ao chegar, todos haviam aparecido. Estavam tristes, se cumprimentando e chorando. Viu seus pais encostados em cima de alguma coisa preta e comprida. Estava embassada, como algumas pessoas dali. Sua mãe chorava muito e seu pai perdera a felicidade. Também não conseguia os tocar. Resolveu então olhar melhor para o negócio embassado e, como em um susto repentino, deu um pulo para trás. Ela correu, sufocada pelo choro e desesperada como quando se corre sem rumo, por causa de algo perdido. Abriu a porta do quarto e se jogou na cama: contraiu os músculos, agarrou-se ao travesseiro, enfiou nele a cabeça, mordeu os lábios sufocando o grito mais profundo: "Isso não pode estar acontecendo comigo".
Estava morta.
Sentia-se só e abandonada, como uma criança de rua largada, sem entender o porquê das pessoas a rejeitarem. Sentou-se na beira da calçada fria e, com a garganta engasgada a espera de um choro, pediu: "Socorro, alguém me ajude". Foi aí que ela o viu, com flores nas mãos andando em direção a sua casa e com uma expressão triste, muito triste. Ela gritou: "Amor, amor", mas ele não ouviu. Então ela correu ao seu encontro esperando que ele a olhasse, mas ao chegar perto foi como se estivesse esbarrado em uma parede de concreto invisível. E repetiu a tentativa mais algumas vezes. Foi inútil - é claro - ela não podia tocá-lo. O acompanhou até em casa e, ao chegar, todos haviam aparecido. Estavam tristes, se cumprimentando e chorando. Viu seus pais encostados em cima de alguma coisa preta e comprida. Estava embassada, como algumas pessoas dali. Sua mãe chorava muito e seu pai perdera a felicidade. Também não conseguia os tocar. Resolveu então olhar melhor para o negócio embassado e, como em um susto repentino, deu um pulo para trás. Ela correu, sufocada pelo choro e desesperada como quando se corre sem rumo, por causa de algo perdido. Abriu a porta do quarto e se jogou na cama: contraiu os músculos, agarrou-se ao travesseiro, enfiou nele a cabeça, mordeu os lábios sufocando o grito mais profundo: "Isso não pode estar acontecendo comigo".
Estava morta.
"Sou apaixonada por abraços. Não resisto a segurança de abraços fortes, sinceros que me envolvem e sinto como um choque de esperança que me fizesse ver as coisas de outra maneira.
Então poupe-se de procurar palavras pra me agradar, de algo que me faça sorrir e me sentir melhor...Apenas me abrace e segure bem forte."
(Isabella Carneiro)
Hoje vou falar de um amigo...daqueles amigos que se conhece a pouco tempo, mas parece que faz um tempão.
O nome dele é Célio Garcia, mas prefiro chamá-lo de Célio Bentolaire, e ele também gosta de ser chamado assim. Bentolaire é o pseudônimo dele. Ele não sabe disso, mas eu amo esse pseudônimo, se não fosse dele, eu roubaria pra mim.
Falar do Sal (esse é o apelido dele) é.........COMPLICADO. Tá bom ele é meu amigo, mas não é fácil falar de uma pessoas que se conhece á cinco dias. Então, as pessoas perguntariam porque eu estou escrevendo isso se mal o conheço.
Bom, esse garoto me fez tão bem em 1 dia como meus amigos me fizeram em 8 anos. Claro que não vou comparar uma amizade de oito anos com uma de cinco dias, mas nesses dias (em especial no primeiro deles) me senti a pessoa mais feliz do mundo por ter amigos, como nunca mais tinha me sentido.
Na segunda feira fui na casa dele, e de repente ele me olhou e disse: "você quer almoçar comigo hoje?" Mesmo que eu quisesse recusar não poderia. Me senti importante, me senti valorizada, me senti como se estivesse com um dos meus amigos que estão distantes, porque só eles faziam isso comigo. Sei que parece uma coisa boba, mas essas coisas bobas me fazem feliz.
Visitar a casa de um amigo era constante quando eu morava em Belém, e mais ainda meus amigos visitarem a minha. Por isso, quando passei o dia na casa dele, vivi como se estivesse novamente em Belém, e isso foi incrível.
Como não consigo deixar de falar coisas boas às pessoas quando estou feliz, falei o quão estava feliz pelo dia que ele me proporcionou.
Falar do Célio Bentolaire agora é uma tarefa ainda complicada, mas quando temos coisas boas pra falar de pessoas, todas as palavras são fáceis. O Sal é uma pessoas chata, mas meu chato preferido. Que adora o filme 'Efeito Borboleta', mas gosta mais ainda do Senhor dos Anéis. Ama chocolate meio amargo, e adora fazer coisas só pra me provocar. Odeia que alguém censure um poema dele. Ah é, ele escreve, e muito bem por sinal.
O Sal tem uma baixo, mas mal sabe tocá-lo, faz um ano que ele tenta aprender. Ele tem um cordão que nunca tira, nem pra dormir. Tem um olhar lindo que combina perfeitamente com o sorriso (cínico) dele. Tem um cabelo lindo que quando acorda parece a juba de um leão, e que eu acho lindo. Ele faz umas caras e bocas tão lindas que ninguém que eu conheço faz igual.
Na verdade, a intenção desse post é somente para declarar o meu sentimento de enorme gratidão que sempre terei por ele.
Ao meu amigo Sal ou Leãozinho ou melhor: Célio Bentolaire, que me fez feliz em apenas um dia e que disse que mesmo eu não parecendo uma pessoas confiável, ele confia em mim. E ter pessoas que te fazem feliz em apenas um dia e, que estão sempre em seus melhores pensamentos, é a melhor coisa do mundo, e não tem como deixar de falar deles.
E só para esclarecer eu chamá-lo de Leãozinho, é porque quando estávamos juntos, conversando a sós, começou a tocar uma música linda que não consegui não prestar atenção e que agora lembra muito ele. A música é O LEÃOZINHO do Caetano Veloso, eu disse que amei a música e ele disse que a mãe dele chamava ele de Leãozinho quando ele acordava. E agora não tem como não pensar nele como um Leãozinho. O leãozinho que tem o melhor pseudônimo do mundo e que nunca mais sairá do meu pensamento e do meu coração como o amigo mais chato que me fez feliz em um dia.
Obrigada, meu chato preferido, Célio Bentolaire.
Fazia muito tempo que eu não postava no meu blog, e muito menos acessava ele.
E nessas muitas vezes pensei em muitas coisas, coisas boas para se pstar em um blog, mas muitas vezes não sei como postar, tenho dificuldade de organizar as palavras e sempre acho que não ficou muito bom. \por isso deixei de postar.
Tenho acessado, sempre o TUMBLR, não que seja melhor que outro site, mas lá posto coisas curtas e pensamentos rápidos que tenho. Não significa que tenho pensamentos pequenos, só não sei como escrevê-los, e como queria saber repassá-los para o papel.
Este ano espero esrever mais no meu blog, acredito que quando treinamos muito uma coisa acabamos, um hora, fazendo-a bem. Então quero usar o blog para meu treinamento, mesmo que ninguém leia ou goste, mas espero treinar e um dia sei que farei bem...
Isso vai me servir muito na hora de fazer vestibular, porque ninguém chega a nenhum lugar se não tentar.
Se alguém ler esta postagem, não peço que reblog ou mesmo goste, mas se puder comentar, mesmo que seja uma crítica, agradeço.
E nessas muitas vezes pensei em muitas coisas, coisas boas para se pstar em um blog, mas muitas vezes não sei como postar, tenho dificuldade de organizar as palavras e sempre acho que não ficou muito bom. \por isso deixei de postar.
Tenho acessado, sempre o TUMBLR, não que seja melhor que outro site, mas lá posto coisas curtas e pensamentos rápidos que tenho. Não significa que tenho pensamentos pequenos, só não sei como escrevê-los, e como queria saber repassá-los para o papel.
Este ano espero esrever mais no meu blog, acredito que quando treinamos muito uma coisa acabamos, um hora, fazendo-a bem. Então quero usar o blog para meu treinamento, mesmo que ninguém leia ou goste, mas espero treinar e um dia sei que farei bem...
Isso vai me servir muito na hora de fazer vestibular, porque ninguém chega a nenhum lugar se não tentar.
Se alguém ler esta postagem, não peço que reblog ou mesmo goste, mas se puder comentar, mesmo que seja uma crítica, agradeço.
Semana passada assisti um filme do Pateta que, a príncípio parecia bobo, mas tinha uma história bem interessante e atual. O filho do Pateta (Max), ia pra faculdade e o Pateta estava triste porque o filho ia morar longe. Depois de alguns dias o Pateta foi demitido porque não tinha um curso superior e resolveu fazer, também, faculdade, junto com o filho porque imaginou que ia ser bom estudar junto com ele. Mas como todos esperavam não foi. O Max se sentia envergonhado porque o Pateta era meio bobo e queria ficar perto do filho, e não era isso que ele queria que os amigos vissem...
Não vou prolongar a história porque o que mais importa eu já relatei.
O que quero dizer é que, atualmente, os jovens/adolescentes não dão mais valor em seus pais. Não querem mais que a mãe leve na escola, não querem mais andar de mãos dadas com o pai, não querem mais sair com os pais pra não parecerem "caretas" em meio aos colegas.
É muito triste ver um pai tentando ficar perto do filho, e ele o rejeitar. Ver uma mãe pegar na mão do filho pra atrevessar a rua e ele ficar com raiva porque diz que já sabe atravessar sozinho.
Aonde estão nossos valores? Aonde estão nossos jovens que lutavam por um mundo melhor e não tinham vergonha de dizer que amavam seus pais.
Será que é mais importante ser popular e esquecer dos pais? Acho que os jovens ainda não tiveram consciência de que foram esses seres maravilhosos que esperaram 9 meses pra nos conhecer, que foram eles que nos alimentaram e que nos amaram desde o primeiro suspiro de vida, que são eles que nos levam para escola e ficam com o coração apertado de nos deixar sozinhos com pessoas desconhecidas, são eles que cuidam de nós quando estamos doentes ou quando ninguém mais quer cuidar e que são eles que ficam do nosso lado e nos amam mesmo quando nós estamos no fundo do poço...esses são nossos verdadeiros amigos.
Eu tenho orgulho de quando minha mãe segura na minha mão pra atravessar a rua, e de quando meu pai anda de mãos dadas comigo no shopping...me sinto segura e isso me basta. É isso que desejo a todos os jovens de hoje, que tenham orgulho de segurar na mão dos pais, porque um dia podem não ter mais nenhuma mão para segurar e a queda será muito maior.
No filme o Max reconhece esses valores e sabe que não tem nenhum outro melhor amigo que o Pai. Será que nossos jovens vão reconhecer a tempo? Espero que o tempo seja generoso e não tome os pais antes deles reconhecerem o valor de cada um.
E que o amor, acima de tudo, prevaleça.
Não vou prolongar a história porque o que mais importa eu já relatei.
O que quero dizer é que, atualmente, os jovens/adolescentes não dão mais valor em seus pais. Não querem mais que a mãe leve na escola, não querem mais andar de mãos dadas com o pai, não querem mais sair com os pais pra não parecerem "caretas" em meio aos colegas.
É muito triste ver um pai tentando ficar perto do filho, e ele o rejeitar. Ver uma mãe pegar na mão do filho pra atrevessar a rua e ele ficar com raiva porque diz que já sabe atravessar sozinho.
Aonde estão nossos valores? Aonde estão nossos jovens que lutavam por um mundo melhor e não tinham vergonha de dizer que amavam seus pais.
Será que é mais importante ser popular e esquecer dos pais? Acho que os jovens ainda não tiveram consciência de que foram esses seres maravilhosos que esperaram 9 meses pra nos conhecer, que foram eles que nos alimentaram e que nos amaram desde o primeiro suspiro de vida, que são eles que nos levam para escola e ficam com o coração apertado de nos deixar sozinhos com pessoas desconhecidas, são eles que cuidam de nós quando estamos doentes ou quando ninguém mais quer cuidar e que são eles que ficam do nosso lado e nos amam mesmo quando nós estamos no fundo do poço...esses são nossos verdadeiros amigos.
Eu tenho orgulho de quando minha mãe segura na minha mão pra atravessar a rua, e de quando meu pai anda de mãos dadas comigo no shopping...me sinto segura e isso me basta. É isso que desejo a todos os jovens de hoje, que tenham orgulho de segurar na mão dos pais, porque um dia podem não ter mais nenhuma mão para segurar e a queda será muito maior.
No filme o Max reconhece esses valores e sabe que não tem nenhum outro melhor amigo que o Pai. Será que nossos jovens vão reconhecer a tempo? Espero que o tempo seja generoso e não tome os pais antes deles reconhecerem o valor de cada um.
E que o amor, acima de tudo, prevaleça.
Hoje eu vi meu irmãozinho (que é enorme) ganhar em uma competição de jiu-jitsu, e parece que foi eu quem ganhei. Sinto como se tudo que eu mais desejasse no mundo tivesse se realizado com a vitória do meu irmão. Não imaginei o quanto era bom ver quem se ama ganhar, na verdade eu sei o quanto é doce o gosto da vitória, mas acho que a vitória da pessoa amada é melhor ainda.
Me senti hoje como uma mãe que vê seu filho ser o melhor, e se sente orgulhosa por isso. Acho que agora sei o que elas passam, (vi a minha passar por isso hoje tbm) a aflição, o nervoso, a torcida...tudo isso é muito ruim para o coração de uma mãe e de uma irmã que torcem pelo seu "garotinho", mas se torna em vão quando a vitória prevalece...penso, claro, que a tristeza de perder uma competição seja a pior possível, mas, que me perdoem os que não ganharam, vencer é muito bom.
Por isso expresso minha maior felicidade de ter ficado angustiada, nervosa, aflita...meu irmão ganhou e valeu a pena todos esse sentimentos.
Hoje dormirei muito feliz e tranquila, como se todos os meus sonhos tivessem se realizado.
Obs: E ele? Dorme tranquilo, agora, com a vitória em seu coração e em seu pescoço, com dois kimonos no guarda-roupa e com os beijinhos e mimos da mamãe.
Me senti hoje como uma mãe que vê seu filho ser o melhor, e se sente orgulhosa por isso. Acho que agora sei o que elas passam, (vi a minha passar por isso hoje tbm) a aflição, o nervoso, a torcida...tudo isso é muito ruim para o coração de uma mãe e de uma irmã que torcem pelo seu "garotinho", mas se torna em vão quando a vitória prevalece...penso, claro, que a tristeza de perder uma competição seja a pior possível, mas, que me perdoem os que não ganharam, vencer é muito bom.
Por isso expresso minha maior felicidade de ter ficado angustiada, nervosa, aflita...meu irmão ganhou e valeu a pena todos esse sentimentos.
Hoje dormirei muito feliz e tranquila, como se todos os meus sonhos tivessem se realizado.
Obs: E ele? Dorme tranquilo, agora, com a vitória em seu coração e em seu pescoço, com dois kimonos no guarda-roupa e com os beijinhos e mimos da mamãe.
Choro por aqueles que eu amo e é muito ruim vê-los sofrer. O pior é não poder fazer nada. As vezes agente quer brigar com todos aqueles que fazem mal aos nossos amores, mas algumas vezes não podemos fazer nada mesmo, a não ser esperar que todo o sofrimento passe.
É triste mesmo ver lágrimas escorrerem do rosto daquela que sempre fez tudo por você, e as vezes queremos fazer de tudo para que essas lágrimas passem. Mas o máximo que conseguimos é chorar junto.
Queria somente poder ajudar, mas acho que o máximo que posso fazer é abraçar e consolar e escrever...
Por isso só peço a Deus para que conforte o coração daquela que me deu a vida, não posso mais ver ela sofrer.
É triste mesmo ver lágrimas escorrerem do rosto daquela que sempre fez tudo por você, e as vezes queremos fazer de tudo para que essas lágrimas passem. Mas o máximo que conseguimos é chorar junto.
Queria somente poder ajudar, mas acho que o máximo que posso fazer é abraçar e consolar e escrever...
Por isso só peço a Deus para que conforte o coração daquela que me deu a vida, não posso mais ver ela sofrer.
E todas as semanas eu estava na mesa com ele, e almoçávamos todos juntos. Aprendi coisas maravilhosas naquela mesa, coisas que não vou aprender em nenhum outro lugar...via ele falar de amor e de como era bom estarmos com ele, falar de brigas e de confusões que, na verdade, ele não gostava de citar muito na hora do almoço. Ele falava de conversas que tinha tido com Deus e de como Deus é bom. Falava de muitas coisas e as vezes não falava, porque dizia que almoço era hora de silêncio, e havia muito silêncio nas nossas conversas, silêncio que só tinha àquela mesa, com ele.Como era bom, ver meu pai todas as semanas, almoçar com ele todas as semanas...e hoje não tenho mais isso.
Aquela mesa me viu rir muitas vezes com as brincadeiras que só ele fazia, e me viu choras também, com algumas palavras que ele dizia que machucavam, mas sempre admirei meu pai por ele ter me ensinado a almoçar com a família. As vezes eu trocava aquilo por outras coisas banais...mas só hoje vejo o quanto almoçar junto me faz falta. Eu não tenho ideia do quanto isso me ensinou, só sei que me ensinou...a viver e dar valor nas pequenas coisas e, principalmente na família.
Eu lembro como se fosse ontem, do meu pai sentado na cabeceira da mesa, sempre com camisa - ele diz que o almoço é uma hora sagrada e precisa ter respeito, por isso nunca estava sem camisa - sorrindo(só gosto de lembrar dele sorrindo) e dizendo coisas engraçadas, e falando como é bom estar com os filhos reunidos, brincando com a minha irmãnzinha e dando comida pra ela enquanto tentava comer a sua, e lembrando dele dizendo pra mim: Papai está feliz de você está aqui filha." Como eu amo ouvir isso.
Eu tinha isso todas as semanas e não tenho mais agora. Ele morreu? Graças a Deus que não, e espero que isso demore muito a acontecer. Mas agora é só 3 vezes ao mês e, raramente, mais do que isso. Eu sempre valorizei almoçar junto, e confesso que nunca gostei de almoçar sozinha, mas hoje vi na TV, que fazer, pelo menos, uma refeição no dia com a família reunida, reduz o uso de drogas nos filhos. E resolvi escrever porque nunca imaginei que isso fizesse tanto efeito na criação de alguém. Achei que só fizesse efeito na minha, e graças a Deus que faz na de outros jovens. Não sei se eu usaria drogas por não almoçar com meu pai, mas com certeza isso me tirou de muitos lugares e coisas perigosas, me ensinou sobre o amor...e agradeço infinitamente á ele.
Agora preservo mais ainda o que meu pai me ensinou - e ainda ensina - sobre almoçar juntos. Mesmo que eu nunca tenha coragem de dizer isso olhando olho no olho, serei sempre grata e feliz por ele ter me ensinado a dar valor, ainda mais, a minha família e a todos os momentos juntos á mesa. Aquela mesa é um dos meus maiores valores hoje. E levarei isto aos meus filhos, netos e pelo resto da minha vida. E espero que eles também dêem valor como eu dou.
E que todas as famílias se reúnam uma vez ao dia para almoçar, para que seus filhos sejam salvos, das drogas e de tudo o que é ruim. E que não falem coisas ruins, somente almocem como se fosse o ultimo momento de suas vidas, como eu sempre fiz.
Ao meu pai, OBRIGADA. Por todos os momentos reunidos a mesa e pelos sorrisos jamais esquecidos.
“Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Bons brinquedos são
Porém, amigo seu é coisa séria
Pois é opção do coração
O tempo vai passar
Os anos vão confirmar
Às três palavras que eu proferi
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui”
Amigo estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Bons brinquedos são
Porém, amigo seu é coisa séria
Pois é opção do coração
O tempo vai passar
Os anos vão confirmar
Às três palavras que eu proferi
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui”
Como não falar deste amigo maravilhoso que sempre me faz sorrir.
Fico imaginando como seria minha vida sem ele e só de imaginar dói meu coração. Este fim de semana ele veio pra cá e me fez muito feliz com suas brincadeiras, e suas risadas maravilhosas.
Fico lembrando de quando eu o conheci. Minha mãe nem gostava dele, não o suportava e hoje ela o considera como um filho. Como a vida nos prega peças, e quando caímos em uma delas só nos resta achar graça.
Hoje este meu amigo não é só um amigo querido ou melhor amigo, é um irmão do coração que eu amo muito e que sem ele minha vida não teria sentido. É um irmão que não tem o mesmo sangue e dou graças por isso, pois se fosse do mesmo sangue nem seríamos tão amigos assim. Um irmão que parece despreucupado com a vida, mas que daria a sua pra me salvar e salvar as pessoas que ama e isso é muito nobre. Um amigo que não mede esforços pra fazer o que eu quero ou o que minha família quer. Que fica triste por ter que ir embora e nos deixar, e fica imensamente feliz quando está com agente. Um irmão que sempre fica do meu lado mesmo quando eu estou errada e que me defende com unhas e dentes. Que me encoberta mesmo quando quem quer me brigar é minha mãe. Um amigo que já se ajoelhou no meio da rua, na frente de um monte de gente, pra dizer que me ama. Que me chama de "mina paixão" e que me daria o mundo se pudesse. Um amigo que faz parte do melhor da minha vida, que é a parte mais engraçada da "tríplice", que sempre se apaixona por todas as garotas bonitinhas, que faz coisas que nenhum homem de 28 anos faria, que sempre vê os dois lados da situação mesmo se só um deles for o certo, que sorri com o mais nobre dos sentimentos, que já chorou por ter que me deixar e deixar minha família, que diz, desde que eu o conheci - eu o conheço a 8 anos -, que final do ano vai comprar um carro rsrs..., um pai extra ordinário. Já tive uma "quedinha" por ele e com certeza não teria dado certo, já me deu um celinho uma vez e que foi como beijar meu irmão - eca - e que me ama incondicionalmente e moveria o mundo pra me ver feliz.
Minha paixão da minha vida, meu único amigo amigo/irmão, eu te amo e te amarei pelo resto da minha vida, e ficaremos velhinhos fazendo brincadeiras, e ainda teremos nossa república de 3 andares - e eu ficarei com a parte de cima -.
Te amo "Emanoel Lima Teixeira de Morais" Cecim Pereira da Silva... rsrsrs...Minha Eterna Paixão.
Como é bom ter a família reunida em casa. Hoje começou a chegar a galera aqui em casa para o almoço do Círio amanhã, e já fico ansiosa por querer ver toda aquela bagunça que só tem quando eles vem pra cá. Meus amigos também estão vindo, um deles ficou no prego na estrada, rsrsrs...mas já está a caminho.
A casa é grande, as vezes falta espaço, mas na família CECIM sempre há lugar pra mais um, como coração de mãe. Agradeço a Deus todos os dias por ter me colocado nesta família tão maravilhosa, que tem suas brigas de vez em quando, seus desentendimentos, mas o amor sempre fala mais alto e o que prevalece são as brincadeiras, os risos e a felicidade de estar juntos.
Não há outra coisa melhor que um fim de semana com a galera aqui em casa, sempre brincando e se divertindo, contando histórias de quando meus tios eram crianças que não são inéditas, mas sempre são boas de ouvir.
Bom, espero que todas as pessoas dêem valor as suas famílias, eles são chato as vezes, nos brigam e, muitas vezes, acham que agente não é bom em nada do que faz, mas sempre querem nosso bem e nos amam mais do que ninguém.
Então esse fim de semana vou aproveitar minha família e meus amigos que eu amo e não troco eles por nada.
As santas podas...(postado por Márcio Cruz)
Posted
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
by Adriana Cecim
"Custei a entender porque meu pai podava aquelas laranjeiras que tanto gostava. Lembro-me que uma vez papai podou algo muito grande para meu entendimento de criança. Havia um pé de ameixa que eu amava; Ela era minha nave espacial, meu castelo… Enfim, era onde eu brincava e outras horas onde escondia minhas lágrimas.
Um dia este meu esconderijo foi cortado para que fosse construída a casa do meu irmão mais velho.
Fiquei triste, porém calei minha insatisfação. O tempo passou e mais tarde em outro pé de ameixa meu pai construiu uma casa da árvore como: “àquelas que vemos em filmes”.
Hoje quando algo me é tirado lembro-me deste episódio. E ao invés de ficar achando culpados, espero uma lição concreta da dor. As vezes Deus nos tira coisas para dar algo maior ou simplesmente para nos educar; Deixar-se ser educado faz sofrer, mas vale a pena.
Quase sempre em momentos de podas não entendemos e nem queremos entender os motivos, mas aceitar se calar por completo e esperar, é sinal de maturidade. Talvez veremos os frutos daquilo que nos foi tirado só depois de muito tempo. É preciso aprender a viver a espera.
Muitas vezes seremos chamados a resignificar nossa história (mudar o significado) sobretudo nas perdas. Se optarmos por isto, veremos que construir uma casa para alguém morar é muito mais importante do que ter uma árvore infértil que até então só abrigava os pássaros e a imaginação de uma criança.
A experiência de sentir-se podado é fundamental na vida. Ninguém chega ao sucesso sem antes passar pela experiência de sentir-se fracassado. O atleta erra quantas vezes para acertar? No íntimo de si, diante dos desafios sem respostas ele pensa que é incapaz, mas se ele passa pelo sacrifício perseverando certamente irá alcançar aquilo que almeja. Sem sacrifícios não existem benefícios…
A criança cai muitas vezes para aprender a andar… Primeiro logicamente ela precisa que seus pais segurem seus bracinhos para se sentir segura, mas um tempo depois ela precisa de liberdade para tentar andar sozinha. No entanto, mesmo ela sentindo que lhe foi tirado o apoio de seus pais, percebe que já é capaz de dar seus primeiros passos!
Quem facilita infantiliza. Deus não facilita, nos educa. Nos segura pela mão, mas não hesita em nos deixar caminhar com nossas próprias pernas!
Perder nos ensina a crescer… Precisamos perder para ganhar e para dar passos firmes…
Precisamos ser podados para no tempo oportuno colher com fartura os mais belos frutos de nossa história e de nossos sonhos!"
Deus os abençoe
Marcio Cruz
Obrigada ao meu querido Márcio Cruz por este texto que me ensinou.
Postado por Márcio Cruz no blog dele... http://www.marciocruz.com.br/2010/index.htm
Um dia este meu esconderijo foi cortado para que fosse construída a casa do meu irmão mais velho.
Fiquei triste, porém calei minha insatisfação. O tempo passou e mais tarde em outro pé de ameixa meu pai construiu uma casa da árvore como: “àquelas que vemos em filmes”.
Hoje quando algo me é tirado lembro-me deste episódio. E ao invés de ficar achando culpados, espero uma lição concreta da dor. As vezes Deus nos tira coisas para dar algo maior ou simplesmente para nos educar; Deixar-se ser educado faz sofrer, mas vale a pena.
Quase sempre em momentos de podas não entendemos e nem queremos entender os motivos, mas aceitar se calar por completo e esperar, é sinal de maturidade. Talvez veremos os frutos daquilo que nos foi tirado só depois de muito tempo. É preciso aprender a viver a espera.
Muitas vezes seremos chamados a resignificar nossa história (mudar o significado) sobretudo nas perdas. Se optarmos por isto, veremos que construir uma casa para alguém morar é muito mais importante do que ter uma árvore infértil que até então só abrigava os pássaros e a imaginação de uma criança.
A experiência de sentir-se podado é fundamental na vida. Ninguém chega ao sucesso sem antes passar pela experiência de sentir-se fracassado. O atleta erra quantas vezes para acertar? No íntimo de si, diante dos desafios sem respostas ele pensa que é incapaz, mas se ele passa pelo sacrifício perseverando certamente irá alcançar aquilo que almeja. Sem sacrifícios não existem benefícios…
A criança cai muitas vezes para aprender a andar… Primeiro logicamente ela precisa que seus pais segurem seus bracinhos para se sentir segura, mas um tempo depois ela precisa de liberdade para tentar andar sozinha. No entanto, mesmo ela sentindo que lhe foi tirado o apoio de seus pais, percebe que já é capaz de dar seus primeiros passos!
Quem facilita infantiliza. Deus não facilita, nos educa. Nos segura pela mão, mas não hesita em nos deixar caminhar com nossas próprias pernas!
Perder nos ensina a crescer… Precisamos perder para ganhar e para dar passos firmes…
Precisamos ser podados para no tempo oportuno colher com fartura os mais belos frutos de nossa história e de nossos sonhos!"
Deus os abençoe
Marcio Cruz
Obrigada ao meu querido Márcio Cruz por este texto que me ensinou.
Postado por Márcio Cruz no blog dele... http://www.marciocruz.com.br/2010/index.htm
É bom fala do amor, mas é melhor vivê-lo.
Posted
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
by Adriana Cecim
"Há, como é bom, sentir a doce paz e o amor que suave me leva a sorrir. É vc chegou qual ladrão me fitou e roubou para si o meu coração.
E agora sem forças eu sou prisioneiro do mais belo amor, do Doce Jesus, do meu Bem da Cruz."
Como é bom falar de amor, aquele que nos leva ao céus e que nos faz sentir raiva...que nos dá paz e nos tira a quietude...que nos dá certeza e dúvidas...que nos dá o melhor da vida e, muitas vezes, nos empurra pra morte...que faz agente chorar sorrindo...que é sempre o melhor de todos os sentimento e o que mais nos faz sofrer...
Aquele amor que rouba nossa solidão, que nos traz sorrisos, alegrias, paixões.
Para mim, não há com falar de amor sem falar dos amigos, da família, de música, dos aprendizados...amor é um misto de sentimentos bons e ruins que afetam profundamente nosso coração. Amor é aquele finalzinho do bolo de chocolate com toda a corbetura, é a ultima barrinha de chocolate branco, é a ultima colherada do almoço, é o melhor pedaço de pizza...
Amor é o melhor amigo que te faz sorrir quando vc está triste, é o colo de mãe que não tem igual, é o almoço de domingo com a família reunida, é a surpresa da pessoa mais querida, amor é tudo de bom e só de bom que existe em nós e em todo o mundo...amor é o homem mais corajoso do mundo dando todo seu sangue para nos salvar, é o filho de Deus se misturando á nós, pobres mortais para nos trazer a paz.
Por eu digo, é muito bom falar de amor, mas melhor ainda é vivê-lo.
E agora sem forças eu sou prisioneiro do mais belo amor, do Doce Jesus, do meu Bem da Cruz."
Como é bom falar de amor, aquele que nos leva ao céus e que nos faz sentir raiva...que nos dá paz e nos tira a quietude...que nos dá certeza e dúvidas...que nos dá o melhor da vida e, muitas vezes, nos empurra pra morte...que faz agente chorar sorrindo...que é sempre o melhor de todos os sentimento e o que mais nos faz sofrer...
Aquele amor que rouba nossa solidão, que nos traz sorrisos, alegrias, paixões.
Para mim, não há com falar de amor sem falar dos amigos, da família, de música, dos aprendizados...amor é um misto de sentimentos bons e ruins que afetam profundamente nosso coração. Amor é aquele finalzinho do bolo de chocolate com toda a corbetura, é a ultima barrinha de chocolate branco, é a ultima colherada do almoço, é o melhor pedaço de pizza...
Amor é o melhor amigo que te faz sorrir quando vc está triste, é o colo de mãe que não tem igual, é o almoço de domingo com a família reunida, é a surpresa da pessoa mais querida, amor é tudo de bom e só de bom que existe em nós e em todo o mundo...amor é o homem mais corajoso do mundo dando todo seu sangue para nos salvar, é o filho de Deus se misturando á nós, pobres mortais para nos trazer a paz.
Por eu digo, é muito bom falar de amor, mas melhor ainda é vivê-lo.
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- Adriana Cecim
- Belém - Bragança - Belém, Pará, Brazil
- Adriana Cecim. Técnica em Eventos pelo Instituto Federal do Pará - IFPA
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